"A VIDA ESTÁ DIFÍCIL PARA TODOS MENOS PARA OS PROFESSORES!"
Eu não queria acreditar no que tinha acabado de ouvir. Confirmei e fomos dois a ouvir este comentário da boca de um agente da GNR.
Há cerca de uma semana atrás, ia eu, na minha vida de escritor e promotor da leitura, a caminho de uma escola perto do mar na zona centro do país. Seguia num carro comercial conduzido pelo meu amigo P., promotor de livros da LEYA.
Fomos mandados parar por uma patrulha suponho que da GNR-Guarda Fiscal. Um dos agentes aproximou-se e passou a pente fino o carro e os documentos. Até a minha mala de viagem foi inquirida.
O tempo ia passando e eu sentado e inquieto com a demora enquanto o agente continuava no seu meticuloso ofício e na sua conversa enrolada e interminável. Faltava uma guia!
O meu amigo P., promotor da LEYA, profissional de altíssima competência e maior educação, procurava expliar a razão porque não trazia uma guia para um mostruário de livros que ia levar aos professores da escola que íamos visitar. O agente ameaçava-o com uma multa de 250 Euros.
P. apelava à boz vontade do agente. "A vida está difícil para todos, sr. Guarda..."
E foi aí que o agente saiu com a sua extraordinária afirmação:
"A VIDA ESTÁ DIFÍCIL PARA TODOS MENOS PARA OS PROFESSORES!"
Apeteceu-me logo saltar do carro e barafustar. Mas se o fizesse seria por certo o meu amigo P. a prejudicar-se e a levar com a multa dos 250 Euros.
Esta é a voz popular, tosca, grosseira, autofágica, a que os nossos políticos e governantes deram força e crédito.
Os professores estão bem... Os gestores das PTs, dos Bancos que vão à falência, dos Tagus Paks e de outros buracos sem fundo é que têm a vida difícil... É ou não é?
Vale a pena comentar?
domingo, 14 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
GOTTA KEEP READING
A propósito da Semana da Leitura, o meu amigo enviou-me estas imagens.
São os alunos da escola Ocoee Middle School, Florida, EUA, que gravaram uma nova versão do êxito dos Black Eyed Peas: I Gotta Feeling.
A música é a mesma, a letra incentiva à leitura.
Diz o Manel ara que é bom divulgar para que ninguém se esqueça de que ler faz bem e não engorda. Diz ele, e eu concordo. 'bora Keep Reading!
sábado, 6 de março de 2010
POESIA NA RUA EM LOULÉ

E assim foi este projecto da Biblioteca de Loulé de que fui gostosamente cúmplice.
As pessoas ficavam admiradas por ver aparecer um sujeito a conversar com elas e a dizer poesia em bancos, cafés, restaurantes, pastelarias. E também nalgumas escolas, no Arquivo Municipal, na Universidade Sénior...
Alguns fingiam que não ouviam. Ou não ouviam mesmo. Não estavam disponíveis para a interferência da voz e das palavras.
Muitos outros sorriam. Paravam de comer. Aplaudiam. Uma cozinheira parou o seu serviço para vir ouvir. Houve quem viesse agradecer. Funcionárias da Caixa Geral de Depósitos pediram para repetir esta iniciativa. O proprietário de uma pastelaria em Quarteira achava que devia acontecer todas as semanas.
Sempre entendi que o lugar mais nobre para ser habitado pela poesia é a Praça, que como o Manuel Alegre dizia no início dos anos 60 é a PRAÇA DA CANÇÃO.
E que bem que fica trazer a poesia para a rua nesta terra onde, em tempos, o grande António Aleixo a foi acendendo também de café em café?
sábado, 27 de fevereiro de 2010
HISTÓRIAS

Cada livro é uma pequena grande alegria. Este acaba de sair. Ainda está quente como o pão pela manhã. Traz histórias para ler e contar. Histórias diversas, escritas em momentos diferentes, destinadas a gente de todas as idades.
Entram nestas histórias uma rainha que se perde no silêncio, uma princesa que tem pelos de ouro, uma velhinha que dá milho a pombos imaginários, uma domadora de livros selvagens, uma máquina de apanhar poetas e tudo o mais que quem ler encontrará.
Histórias...
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
ESCOLA BÁSICA ALBERTO VALENTE, PINHAL NOVO
Uma escola nova, tal como uma cassa nova, é sempre uma alegria, uma festa, uma esperança. Enquanto as rotinas e as burocracias não se instalam todo o sonho é possível.
A Escola Alberto Valente é uma escola ainda a cheirar a fresco. Foi um enorme prazer visitá-la e conviver com alunos e professoras.
Esta é daquelas escolas, felizmente muitas onde ainda reina a paixão.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
ECONOMIA E POESIA

O meu amigo Nicolau Santos deixou-me de boca aberta. E não é a primeira vez. A sua paixão pela poesia já me fez dizer-lhe entre sorrisos que "Quando vejo um homem da ária da economia que gosta de poesia eu acredito que o mundo ainda pode ter uma hipótese de salvação."
Telefonaram-me no domingo a dizer que eu vinha no suplemento de Economia do "Expresso". De boca aberta fui resgatá-lo ao lixo porque normalmente alimento-me pouco desse tema que sempre me pareceu um pouco esotérico. E se calhar faço mal, pensei. Porque há gente que escreve sobre economia e voa. É o caso do Nicolau Santos.
Inteligente, perspicaz, culto e sensível, costuma misturar coisas que habiualmente não andam de braço dado, para mostrar que, se por vezes os poetas andam afastados das coisas concretas da vida quotidiana, outras vezes são os agentes da economia que andam de olhos tão baixo que bem precisam de criatividade, invenção,capacidade de risco e asas para voar, ou seja, a matéria de que é feito o trabalho dos poetas.
Ao lado de uma prosa sobre a falta de inovação e criatividade de grande parte do nosso tecido empresarial, o meu amigo Nicolau Santos publicou uma fotografia minha a declamar poesia e um extracto do poema "ASAS".
Fiquei comovido, agradecido e apesar do tempo difícil que vivemos com a certeza de que "Quando a economia der o braço à asa da inovação, da criatividade, da poesia, talvez ainda haja uma hipótese de salvação para o mundo e para este nosso pequeno e às vezes tão triste país."

E aproveito para deixar o poema inteiro que, aliás vem publicado com vários outros em www.josefanha.com
ASAS
Nós nascemos para ter asas, meus amigos.
Não se esqueçam de escrever por dentro do peito: nós
nascemos para ter asas.
No entanto, em épocas remotas, vieram com dedos
pesados de ferrugem para gastar as nossas asas como
se gastam tostões.
Cortaram-nos as asas para que fôssemos apenas
operários obedientes, estudantes atenciosos, leitores ingénuos
de notícias sensacionais, gente pouca, pouca e seca.
Apesar disso, sábios, estudiosos do arco-íris e de coisas
transparentes, afirmam que as asas dos homens crescem
mesmo depois de cortadas, e, novamente cortadas,
de novo voltam a ser.
Aceitemos esta hipótese, apesar não termos dela
qualquer confirmação prática.
Por hoje é tudo. Abram as janelas. Podem sair.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
"EXCESSO DE PAIXÃO"
Uma escola que não vou nomear foi alvo de uma dessas inspecções externas que andam a correr as escolas do país.
Não conheço o processo nem os objectivos dessas inspecções a fundo. Vou ouvindo comentários por aqui e por ali. E do que ouço parece-me, embora possa estar enganado, mas parece-me que estas inspecções terão como um dos seus objectivos contribuir para arrumar, enprateleirar, burocratizar, normativizar os comportamentos pedagógicos, retirando-lhes espontaneidade, diversidade e sonho.
Na tal escola que não nomeio, ao fim de três dias de inspecção, uma das conclusões tiradas pelos inspectores foi de que:

"OS PROFESSORES TINHAM REVELADO EXCESSO DE PAIXÃO"
É claro que eu sou poeta e que os poetas estão normalmente do lado do excesso de paixão.
Mas também sou professor e, como professor, sempre estive do lado do excesso de paixão Creio até que a competência pedagógica mora no lado do excesso de paixão e não no do excesso de alinhamento administrativa.
Por isso, daqui envio um grande abraço de amizade aos professores que demonstraram ou venham a demonstrar este "EXCESSO DE PAIXÃO". A poesia, a educação, os meninos, e o futuro possível desta pátria magoada agradecem.
Não conheço o processo nem os objectivos dessas inspecções a fundo. Vou ouvindo comentários por aqui e por ali. E do que ouço parece-me, embora possa estar enganado, mas parece-me que estas inspecções terão como um dos seus objectivos contribuir para arrumar, enprateleirar, burocratizar, normativizar os comportamentos pedagógicos, retirando-lhes espontaneidade, diversidade e sonho.
Na tal escola que não nomeio, ao fim de três dias de inspecção, uma das conclusões tiradas pelos inspectores foi de que:

"OS PROFESSORES TINHAM REVELADO EXCESSO DE PAIXÃO"
É claro que eu sou poeta e que os poetas estão normalmente do lado do excesso de paixão.
Mas também sou professor e, como professor, sempre estive do lado do excesso de paixão Creio até que a competência pedagógica mora no lado do excesso de paixão e não no do excesso de alinhamento administrativa.
Por isso, daqui envio um grande abraço de amizade aos professores que demonstraram ou venham a demonstrar este "EXCESSO DE PAIXÃO". A poesia, a educação, os meninos, e o futuro possível desta pátria magoada agradecem.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
http://www.josefanha.com
Caríssimos amigos,
Na vida de professor muitos meninos e jovens e adultos passam por nós. Nalguns fica uma marca que por vezes nos é recordada anos depois ao sabor de encontros fortuitos. Sabe bem quando nos dizem "Professor, uma vez disse-me uma coisa que me marcou para a vida inteira!",
Há mesmo alguns alunos, normalmente poucos, que nos acompanham de mais perto ou mais longe pela vida fora. São até, eventualmente, aqueles que mais nos ajudaram a crescer como professores. Porque, se eles crescem connosco, nós também crescemos com eles.
Entre os melhores alunos que tive há um que me tem acompanhado de perto ou de longe desde que fui seu professor de História de Arte. Chama-se Tiago Carvalho e é agora Web Designer e professor de Educação Visual em Aveiro. É um querido amigo. Um homem com o corãção maior que a lua que leva a vida como se escrevesse poesia. É um privilégio ter sido professor dele.
Já várias vezes me ajudou a pôr de pé as aventuras bloguistas em que me meto. Agora foi a vez de um site.
Senti necessidade de ter um sítio onde concentrasse informação sobre a minha vida que tem sido muito diversa e da qual muita gente só conhece uma parte.
O Tiago construiu esse sítio e fez questão mo oferecer no dia de anos.. Aqui fica a nota do novo site:
http://www.josefanha.com
Apareçam quando quiserem.
Muita ternura,
JFanha
Na vida de professor muitos meninos e jovens e adultos passam por nós. Nalguns fica uma marca que por vezes nos é recordada anos depois ao sabor de encontros fortuitos. Sabe bem quando nos dizem "Professor, uma vez disse-me uma coisa que me marcou para a vida inteira!",
Há mesmo alguns alunos, normalmente poucos, que nos acompanham de mais perto ou mais longe pela vida fora. São até, eventualmente, aqueles que mais nos ajudaram a crescer como professores. Porque, se eles crescem connosco, nós também crescemos com eles.
Entre os melhores alunos que tive há um que me tem acompanhado de perto ou de longe desde que fui seu professor de História de Arte. Chama-se Tiago Carvalho e é agora Web Designer e professor de Educação Visual em Aveiro. É um querido amigo. Um homem com o corãção maior que a lua que leva a vida como se escrevesse poesia. É um privilégio ter sido professor dele.
Já várias vezes me ajudou a pôr de pé as aventuras bloguistas em que me meto. Agora foi a vez de um site.
Senti necessidade de ter um sítio onde concentrasse informação sobre a minha vida que tem sido muito diversa e da qual muita gente só conhece uma parte.
O Tiago construiu esse sítio e fez questão mo oferecer no dia de anos.. Aqui fica a nota do novo site:
http://www.josefanha.com
Apareçam quando quiserem.
Muita ternura,
JFanha
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
O BAÚ DAS LETRAS

Só quem entra numa Biblioteca se apercebe da revolução silenciosa que anda por aí no que diz respeito à leitrura e a tudo o que a leitura puxqa atrás de si: partilha de afectos, construção de imaginários, aprendizagem da cidadania e tantas, tantas outras coisas mais
Entre-se e pasme-se nas Bibliotecas de Matosinhos, de Espinho, de Seia, de Condeixa, de Alcobaça, de Oeiras, do Seixal, de Sines, de Beja, de Almodôvar, de Aljustrel, de Tavira, de Loulé, de Portimão, de Lagoa, e em muitas mais.
Estão cheias de gente de várias idades a ler o jornal, a requisitar livros, a estudar, a usar os computadores a participar em Comunidades e Clubes de Leitores...
A Biblioteca Municipal de Tavira é uma das mais modernas, bonitas, agradáveis e acolhedoras que conheço. Graças à sua directora, a minha amiga drª Paula Ferreira, tem tido uma programação de grande qualidade em relação aos diversos públicos que a buscam, desde os mais jovens aos mais velhos, incluindo os estrangeiros residentes que são frequentadores insistentes e diários.
Um novo projecto deu origem a um blog: O BAÚ DAS LETRAS. Uma delícia. É obrigatório visitá-lo.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
EB 23 PADRE VÍTOR MELÍCIAS
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
ÓSCAR O CAMALEÃO

O meu amigo Joaquim de Almeida, meteu-se há um tempo atrás a escrever em conjunto com o John Frey a história de Óscar o Camaleão. O João Ramos, também violinista, fez asdeliciosas ilustrações. O Fernando Pereira da "Taverna dos Trovadores" em S. Pedro de Sintra e do grupo de música portuguesa "Real Companhia" editou.
A coisa resultou. E bem. Todos se divertiram e já vai na segunda história: "Óscar no teatro".
O Óscar é um camaleão brincalhão e traquinas que faz das suas na escola e o professor, uma tartaruga muito séria e severa, expulsa-o da escola.
E aqui começa uma aventura em que Óscar, sentindo-se perdido, vai pelo mundo cruzando-se com forrmigas, gatos e gafanhotos, coelhos, gansos e raposas vermelhas, e tudo acaba no palco de um teatro onde o simpático Camaleão reencontra um lugar na vida para si.
O Óscar não anda pelas livrarias. Quem o quiser tem de falar com o Fernando Pereira da "Taverna dos Trovadores". Vale a pena ir lá almoçar ou jantar, a propósito. O telm é: 967050536.
domingo, 31 de janeiro de 2010
O HOMEM É SAGRADO
A música e a cultura são a única porta que podemos ainda utilizar (para o diálogo entre homens e culturas); todas as outras - políticas, sociais, violentas - foram um fracasso.

Quando se desenvolve apenas a capacidade de desfrutar da parte estética, termina-se em Aushwitz. O comandante nazi que desfrutava a ouvir tocar Mozart aos seus prisioneiros fruía muito da parte estética da música. Mas a sua dimensão espiritual estava a zero, tal como a sua sensibilidade e o seu humanismo. É muito importante não separar nunca o desfrute da beleza da parte estética de uma obra, da sua dimensão espiritual que é o que dá sentido a tudo. O sentido do sacro - que não significa necessariamente religioso - é que o homem é sagrado, as palavras são sagradas, porque são algo essencial que não podemos perverter. Se utilizamos apenas a beleza estamos a perverter, a utilizar algo somente exterior e superficial. Esse é o princípio da decadência.
erter
(Entrevista de Jordi Savall no "Y", Público, 29/01/10)

Quando se desenvolve apenas a capacidade de desfrutar da parte estética, termina-se em Aushwitz. O comandante nazi que desfrutava a ouvir tocar Mozart aos seus prisioneiros fruía muito da parte estética da música. Mas a sua dimensão espiritual estava a zero, tal como a sua sensibilidade e o seu humanismo. É muito importante não separar nunca o desfrute da beleza da parte estética de uma obra, da sua dimensão espiritual que é o que dá sentido a tudo. O sentido do sacro - que não significa necessariamente religioso - é que o homem é sagrado, as palavras são sagradas, porque são algo essencial que não podemos perverter. Se utilizamos apenas a beleza estamos a perverter, a utilizar algo somente exterior e superficial. Esse é o princípio da decadência.
erter
(Entrevista de Jordi Savall no "Y", Público, 29/01/10)
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
HISTÓRIAS, HISTÓRIAS, HISTÓRIAS

Gosto de pessoas que se multiplicam e fazem muitas coisas ao mesmo tempo e arriscam novas aventuras, novas formas de expressão, novos caminhos para se relacionarem com o mundo e com os outros.
É o caso da Isabel Stilwelll com quem tive o prazer de conversar demoradamente num jantar da Tertúlia Sintrense.
Jornalista, actualmente directora do "Destak", com presença em programas de televisão, parceira do dr. Eduardo Sá no belíssimo programa "Os dias do avesso" na Antena 1, romancista de sucesso e, também, escritora de histórias para crianças.
Não conhecia estas histórias. Mea culpa. São três livros com o mesmo tírulo: "Histórias para contar em minuto e meio". Escritas em conjunto com os filhos Madalena e Francisco.
Resultaram da imensa vontade, necessidade até, que a Iabel tem de contar histórias e de ouvir contar histórias, até porque os filhos lhe devolvem esse prazer onde se forjam os grandes laços do imaginário e do mais belo e sólido afecto.
Há mulheres assim, que têm uma actividade profissional intensa (e de sucesso) sem se despirem da ternura, do sorriso, da família.
E é às famílias que estas histórias se destinam. Histórias para os pais contarem aos filhos e para os filhos contarem aos pais. Histórias para várias ocasiões. Histórias muito divertidas e que já comecei a contar às minhas filhas que já vão entrando na adolescência mas também fazem das palavras uma paixão partilhada.
Caros amigos, peguem nestes livros e contem-nas aos filhos, aos pais, ou seja a quem for. Garanto que vão divertir-se.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
EB23 JOÃO AFONSO DE AVEIRO

Há escolas especiais. E esta é uma delas. Um ambiente fantástico onde fui recebuido com uma ternura sem par pela Isabel Ribeiro e pelo Tiago Carvalho, meu aluno em Loures na Escola Secundária José Afonso, há uns vinte anos e mais qualquer coisita, e que agora é web designer e professor de Educação Visual.
Não há palavras para falar do acolhimento que tive. Pela organização, pelo entusiasmo, pelas duas horas(duas horas sem arredar pé!) em que disse poesia, contei histórias e conversei com meninos do 5º e 6º ano.

E houve música magnífica por alunos do Conservvatorio de Aveiro. E um jantar com professores onda a poesia se sentou à mesa e se alimentou de sorrisos e boa disposição até à meia noite.
domingo, 24 de janeiro de 2010
EU SOU PORTUGUÊS AQUI... EM MACAU
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O LIVRO NEGRO DAS CORES
"Todas as páginas são negras, como as vê o Tomás, o texto está na página esquerda encimado por braille. Na página direita, as ilustrações, em negro e com simples imagens em relevo para os olhos dos que vêem ou para quem o lê de olhos fechados.
Uma obra repleta de beleza, delicadeza e ternura, premiada na Feira de Bolonha em 2007."
Nicolás Santoveña, Revista Peonza
(Enviado pela minha querida amiga Jacqueline Duarte. Obrigado.)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
EB23 DE EIRZ, PAÇOS DE FERREIRA
Tenho de me penitenciar perante a professora Diamantina e os alunos da EB23 de Eiriz, Paços de Ferreira. Publiquei uma fotografia a dizer que era EB23 de Penafiel.
Os alunos de Eiriz ficaram tristes. E com razão. Aqui fica a correcção e mais uma fotografia tirada pela própria professora Diamantina.
Beijos e abraços para todos. E muitas, muitas, muitas leituras.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
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