sábado, 19 de novembro de 2011

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PÊRO DA COVILHÃ



Muita meia sola levo gasta a dizer poemas, contar histórias elevar os meninos e os jovens deste país a ganharem gosto pela leitura.

Há muito que fazer ainda. Muita pedra a partir. Muito boa vontade a incentivar. É necessário não deixar que o trabalho do PNL e da Rede de Bibliotecas Escolares se esboroe. É indispensável chamar pais e professores, autarcas, políticos e empresários à tarefa urgente de promover a leitura.

Porque o nosso país só mudará quando se tornar num país verdadeiramente leitor. Leitor do seu próprio destino.

1 comentário:

António Branco disse...

Tarefa difícil no meio de tanto apelo exterior... jogos, Facebooks, e, para os já perdidos e com difícil recuperação, Casas dos Segredos e afins...
Mas não será impossível. Que o impossível é já ali.