domingo, 11 de março de 2012

PÁSSAROS PEIXINHOS E UM CAVALO QUE NÃO APARECEU



Há escolas assim, onde a leitura é uma festa e o escritor é um amigo tratado com ternura e encanto.

Foi inesquecível a visita a esta Escola, EB1 da Estação do Agrupamento de Valis Longa, Valongo.

Professoras como a minha amiga Teres Queirós, e várias outras, a Xana, a Célia, a Ana, a Alzira, receberam-me com uma escola cheia de pássaros, peixinhos, sei lá que mais.




E depois, nas escolas, aparecem estes retratos mais ou menos delirantes em materiais também muito diversos. E são tão divertidas as formas que o meu bigode espanador vao tomando...



Entretanto, um menino descobriu um erro grave numa história minha. Em "A Princesa dos pêlos de ouro", o Príncipe percorre o seu país à procura de uma noiva. E nunca se fala do cavalo! História de Príncipe tem de meter um cavalo, protestou o menino.

E a Escola fez um cavalo para que eu não me esqueça. Agora, acho que tenho de escrever a história do cavalo que o escritor deixou no tinteiro.

3 comentários:

xn disse...

Foi realmente inesquecível a sua visita à nossa escola.
É fantástico quando conhecemos a verdadeira "máquina de apanhar poetas", pois "é grave, é muito grave" deixarmos de ser crianças.
Até parecia que o dia não ia ter fim e que a noite não ia chegar.
Obrigada, obrigada por este dia especial e principalmente obrigada pelas "asas" da sua escrita, que de linha em linha nos mostram que de "paralelas" nada têm.
"Por hoje é tudo" e mais uma vez obrigada!

Teresa disse...

Querido Amigo,

Os "Pássaros Peixinhos e o Cavalo que não apareceu", nunca teriam existido sem as histórias e o encantamento do Poeta!

Aliás desde o momento em que nos visitou temos estado a pensar se os pássaros e os peixes já existiriam de facto na parede ou se saíram da cabeça do poeta?!

Bem Haja por ter passado pela Estação da Alegria!

Ah! Ficamos à espera que o tinteiro do escritor seja suficientemente grande para que dele possa sair um cavalo...

Teresa, Ana e Meninos do Jardim da Estação

relogio.de.corda disse...

O nosso dia também há-de chegar!